Na obra Beba-me, Erikson alude ao ritual cotidiano partilha de café como um ato de convite à intimidade. O conjunto cerâmico são fragmentos de um autorretrato, onde possuem alças que remetem a partes do corpo do próprio artista, um nariz e uma orelha;
O convite ao café serve de metáfora para o convite a sentir o outro por dentro, ingerir o interior em sua totalidade. Ao tornar-se recipiente, o artista propõe que o outro não o resuma apenas com os olhos e o prove com atenção, bebendo-o.